Comic Con Experience


A convenção atrai as maiores empresas, recebe bem e encanta grades nomes dos quadrinhos, games, cosplay e de Hollywood. A estrutura para atendê-los, e até para quem não pode estar presente - quem acompanhou pelas lives do Omelete.

Está faltando aquele olhar mais atento ao chão da feira, as filas, aos estandes, a segurança e outras áreas frequentadas pelo público que deu ao evento o tal título de maior do mundo. Eu já havia apontado alguns destes detalhes ano passado, mas já que quase nada mudou, resolvi mudar o texto deste ano e reunir as minhas obervações e de outros frequentadores em um só post. E quem sabe abrir uma discussão de como a CCXP pode ficar ainda mais épica.

Capacidade do São Paulo Expo. No sábado e domingo, é quase impossível circular pela feira. O excesso de gente, e a falta de planejamento para receber esta quantidade de pessoas acaba por influenciar toda a experiência.

Estamos preparados para isso, mas filas que levam o dia inteiro, para apenas tirar uma foto em um estande, são sim um absurdo. E acreditem, elas não são a pior coisa.

Número de pessoas, o caos é inevitável. Quem se organiza para chegar mais cedo, acaba entrando no último pavilhão, e às vezes muito depois de quem chegou mais tarde.

Dias mais concorridos é um desafio. Ainda mais quando os organizadores confundem as filas e liberam a entrada de quem chegou por último primeiro. Confusão que quase colocou o auditório a baixo na sexta-feira. Por mais que eu discorde da prática de dormir na fila, que só aumenta a ansiedade e o desespero por uma vaga. A ordem de chegada deve ser respeitada sim.

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