Descoberto exoplaneta onde há


Imaginar, essa notícia foi recebida com um enorme entusiasmo pela comunidade científica. Isso porque, a água é imprescindível para o surgimento e suporte de formas de vida como conhecemos e é por isso que os “caçadores” de planetas vivem de olho na presença desse ingrediente.

Terra, é pouco mais do que 2 vezes maior do que o nosso planeta e a sua massa foi estimada em 9 vezes à do nosso mundo. Além disso, o exoplaneta orbita ao redor de uma anã vermelha a uma distância semelhante à que o nosso mundo viaja em torno do Sol, na famosa “zona habitável”, o que significa que o K2-18b pode receber uma quantidade de energia de sua estrela semelhante à que nós recebemos da nossa.

Porção de modelos climáticos e realizarem simulações, eles concluíram que, além de o exoplaneta possuir uma atmosfera contendo vapor, existe a possibilidade de que a água se condense e se precipite na forma de chuvas sobre a superfície.

Universo conhecidos como “Mininetunos” e, para começar, confirmar que esses astros são mesmo planetas já é um desafio. Isso porque a identificação de exoplanetas ocorre por meio da investigação de trânsitos planetários – que causam variações regulares na quantidade de luz emitida por seus sóis – e, em se tratando de um mundo relativamente pequeno, é comum que o brilho de suas estrelas interfira nas observações. Agora, imagine a dificuldade de se analisar a atmosfera de um desses planetas.

Então, estabelecer quais moléculas seriam responsáveis pelos efeitos observados. Segundo explicou um astrofísico da University College London, na Inglaterra, ao pessoal do site The Verge, esse tipo de estudo seria semelhante a uma equipe situada em Nova York focar em um holofote em Londres, observar um mosquito voando diante da luz e, depois, tentar determinar de que cor são as suas asinhas. É assim de complexo.

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