O Grinch


Toda a crítica em rima para criar um texto pomposo. Mas é bom avisar, o filme faz muito uso das rimas criadas por Dr. Seuss, e isso pode tanto encantar, como irritar. Ok, agora realmente parei.

Rabugento que vive isolado - à exceção de seu cachorro - nos arredores de Quemlândia. Volta e meia ele precisa visitar cidadezinha à contragosto, em busca de suprimentos. Tarefa que o irrita ainda mais, quando é próxima da odiada época do Natal. Farto de toda alegria e festança, ele decide roubar o natal da cidade.

Escrito em 1957 pelo Dr. Seuss. Embora por aqui a história seja mais conhecida pela versão para os cinema estreladas por Jim Carrey em 2000. E já que as comparações são inevitáveis, é bom deixar claro que são obras completamente distintas. Apesar da óbvia diferença de técnicas - este é uma animação, enquanto o anterior era um live-action - é no tom que as duas produções realmente se diferenciam. O Grinch de Carrey era exagerado, irônico e ácido. A versão lançada este ano pela Illumination, o mesmo estúdio dos Minions, é doce, colorida e inocente.

Esforço que fica evidente graças a relação com seu cachorro Max. Naturalmente animado como qualquer cãozinho, e contraponto eficiente, enquanto Cindy-Lou Who não aparece.

Cindy quer encontrar o papai noel para fazer um pedido especial. É nas sequencias da menina que a fofura do filme atinge seu ponto alto, já que ela e seus amigos, apesar de determinados ainda agem e pensam como crianças.

Ciência de sua temática e capricha na ambientação. Um excelente exemplo é o visual da cidade dos quem, assimétrica e colorida lembra um amontoado daqueles biscoitos tradicionais no Natal estadunidense.

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