Resenha da A Princesa e a Plebéia


Foram muitas chamou a atenção de todos, alguns amando outros odiando. Opiniões à parte, a plataforma de streaming estava mesmo interessada na atenção desviada dos "canais tradicionais" para seus serviços. Logo, não é surpresa, uma nova leva de produções do gênero foi programada para as festividades de 2018. A Princesa e a Plebéia é uma delas.

Participar de um concurso natalino de confeitaria no reino de Belgravia. Lá ela esbarra na duquesa prometida ao príncipe do país, Lady Margareth (Vanessa Hudgens). Ansiosa por ver o "mundo de verdade" antes de se casar, a futura princesa convence a protagonista a trocarem de lugar por alguns dias.

Pagar alguns micos, ao mesmo tempo que descobrem seu verdadeiro amor. Tudo orquestrado por coincidências de roteiro que, para soar um pouco menos artificiais, aqui tem a ajuda de uma entidade mágica que não é realmente apresentada. Porém, pela temática do filme ouso dizer, deve ser o Papai Noel.

Da moça que se compromete um casamento arranjado para honrar os pais mortos, a outra que só aceita um desafio na carreira após reencontrar o ex que, diferente dela, já seguiu em frente. Pautando suas escolhas, pelas atitudes de terceiros. Já os interesses românticos vividos por Nick Sagar e Sam Palladio são apenas isso mesmo, os pares românticos charmosos, bonitos e perfeitos para suas respectivas caras metades.

Atrapalhar as protagonistas conforme a história se desenrola. Todos muito bem encaixados nos seus respectivos, limitados, estereotipados e conhecidos papéis. Nenhum deles no entanto chama mais atenção que Frank (Mark Fleischmann). Abordado como vilão durante todo o longa, por estar investigando a farsa. Ele volta a ser um mero funcionário do palácio quando sua ameaça não é mais necessária.

Conquistar o espectador pela familiaridade, então, propositalmente, nada é muito diferente dos muitos filmes natalinos, ou sobre realeza instantânea que existem por aí. O figurino deve chamar atenção em alguns momentos, mas não de forma positiva. É difícil não questionar escolhas como mini-saias na neve, ou os terninhos da década de 1980, que o figurinista acha ser o figurino típico de uma duquesa.

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