Filme A Bela e a Fera


Ganhou novas possibilidades com o avanço da tecnologia. A saga de Cinderela é contada e recontada tantas vezes na tela grande que ninguém se espantou quando o estúdio do camundongo resolveu fazer sua versão em live-action.Já com A Bela e a Fera a situação é muito mais complicada.

Em outras palavras, é no filme de 1991 que a maioria pensa quando se fala da história da jovem que enxergou a beleza no interior de uma fera. E com apenas 26 anos, não apenas está fresco na memória afetiva do público (os muitos relançamentos em home-vídeo, ajudam) como tem uma legião de fãs, parte deles já adulto e mais exigente quanto ao que consome. Dito isto, uma refilmagem com atores é um passo no mínimo arriscado.

Aproximar o público fiel à animação. Caso você tenha passado os últimos 26 anos sob efeito de um feitiço segue uma breve sinopse. Bela (Emma Watson) uma sonhadora moradora de uma pequena aldeia francesa tem o pai (Kevin Kline) capturado por uma Fera (Dan Stevens, de Legion). Trocando sua liberdade pela do pai, a moça passa a viver em um castelo enfeitiçado cheio de residentes mágicos e com o tempo descobre que seu mestre pode não ser o monstro que aparenta.

Passado da protagonista e de seu pai Maurice. Aprendemos como a Fera se tornou a pessoa que merece tal castigo, e por que seus serviçais também foram punidos. Enquanto Gaston (Luke Evans) e Le Fou (Josh Gad, a voz de Olaf em Frozen) ganham mais tempo de tela. Uma novidade bem-vinda especialmente para Le Fou, o personagem que causou polêmica ao ser anunciado gay antes da estreia é um dos pontos fortes desta nova versão.

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