CONFIRA

Kingsman O Círculo Dourado


Destemido, habilidoso, infalível, invulnerável ao álcool e um grande garanhão que salva o mundo sozinho. Já os filmes que eles protagonizam tem que ter gadgets impossíveis, vilões caricatos com planos mirabolantes, reviravoltas e cenas de ação gigantescas. A menos é claro que você seja um agente da Kingsman!

Em comédia voluntária e consciente de seus absurdos. É desta inteligente e ousada crítica ao "lugar comum" do gênero da espionagem que vem o frescor e charme da franquia. E apesar de não ter mais a surpresa da novidade do primeiro longa, Kingsman: O Círculo Dourado conta com a satisfação do reencontro com personagens que já amamos.

Descobrimos a existência dos Statesman. Uma instituição "estadunidenase" de espionagem onde trabalham Tequila (Channing Tatum), Whiskey (Pedro Pascal), Champagne (Jeff Bridges) e Ginger (Halle Berry). Eles precisam impedir a mega-vilã da vez, a maior traficante de drogas do mundo, Poppy (Julianne Moore).

Lembra daquela princesa Pois é, ela não era uma mera Bondgirl EggysGirl!?! - Já Merlin encara situações novas para um veterano. Enquanto a surpresa desperdiçada pelo marketing, que informou desde o início o retorno de Harry Hart, ao menos oferece a Colin Firth a oportunidade de dar novas nuances ao outrora "agente perfeito" Galahad.

A agência do outro lado do Atlântico tem estrutura propositalmente semelhante à britânica. Na trama, porque as instituições tem a mesma base. Na realidade, um jeitinho divertido de dizer que agências secretas de cinema no fundo são todas iguais.

Americanos e Donald Trump. Entre os convidados o destaque fica com o Pedro Pascal (o Oberin de Game of Thrones). Whiskey é o agente Statesman com mais tempo de tela, um cowboy mulherengo sem medo de dizer o que pensa. É dono do gadget/arma inovadora da vez e consequentemente de algumas das melhores cenas de ação.

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