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Filme Angry Birds


Recuperando os ovos roubados. É claro, existem espécies de pássaros diferentes, para cada situação, aprimorando a necessidade de estratégia. Mas, a complexidade narrativa para por aí. Como fazer um longa metragem a partir disso.

Passarinho mais mal-humorado e consequentemente um párea na feliz sociedade da ilha dos passarinhos. Acertou quem pensou que, o excluído é o único a desconfiar da aparição inesperada dos até então desconhecidos, e aparentemente amigáveis porcos liderados por Leonard.

Red resolve investigar. Para isso ele só pode contar com a ajuda se seus amigos, das "aulas de controle da raiva", Chuck (Fábio Porchat, novamente dublando um trabalho de Josh Gad, o Olaf original de Frozen), e Bomba.

Mas seus criadores tem consciência de que o jogo tem aficionados de todas as idades, e que crianças não vão sozinhas aos cinemas. Assim, não faltam referências e piadas escondidas para os jogadores crescidinhos. Criando aqueles momentos em que a criança vai se perguntar sobre o que o pai esta rindo. Enquanto os adulto ri e se questiona se essa piada de sentido duvidoso deveria mesmo estar nesse filme. Sim, deveria.

Momentos dramáticos, ou reflexivos, o intuito é claramente fazer rir. Além, claro, de criar uma franquia. Logo, Red ganha uma história de origem. E as comunidades tanto de pássaros, quanto porcos, ganham uma mitologia e estilo de vida. Tudo isso em uma profusão de cores e sons, que ficam ainda mais estimulantes na versão em 3D.

Herói, em uma guerra entre invasores e vítimas. Há quem veja aí um paralelo entre os colonizadores europeus, seus navios e quinquilharias, e os nativos americanos (sejam os nossos ou os "estadunidenses") admirados com os novos visitantes e logo explorados por eles. Respectivamente porcos e pássaros.

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