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Filme Capitão América Guerra Civil


Longa da super-equipe: "O mundo está se enchendo de gente que não pode ser superada ou controlada". Entretanto, enquanto o plano do antigo diretor da S.H.I.E.L.D. era unir essas pessoas, o das organizações de segurança mundiais, promovem o extremo oposto.

Responsabilizam os Vingadores pela bagunça de suas missões de salvamento. Os efeitos colaterais das missões de Nova York, Washington e a fictícia Sokóvia, dão origem ao Tratado de Sokóvia, que prevê a regulamentação dos poderes e atividades das pessoas com habilidades especiais.

Acredita que a cooperação com o governo é um mal necessário para evitar mais perdas. Enquanto Steve Rogers (Chris Evans) acredita em manter sua autonomia. Após ver a queda da S.H.I.E.L.D. é natural que o Capitão fique receoso ao dar à terceiros, passíveis de corrupção, poder sobre tantas habilidades especiais. Ambos os argumentos são válidos, e este é o ponto: não há lado errado!

Qual lado escolher. Ao mesmo tempo, o longa deixa muito claro, as motivações de cada personagem ao escolher um lado. E estas tem a ver tanto com sua trajetória até ali, quanto com sua personalidades, bem construídas e apresentadas para o expectador ao longo de vários filmes. Esta complexidade narrativa, torna Capitão América: Guerra Civil o filme mais maduro do universo cinematográfico da Marvel até então.

Estabelecidos nas produções anteriores. A diferença é que aqui o equilíbrio entre ação, humor e drama é mais acertado. Assim como as consequências de seus atos tem maiores implicações, sem que no entanto perder o tom aventuresco que um longa onde personagens usam uniformes coloridos precisa.

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