CONFIRA

Série The OA - 1ª temporada


Assistir The OA 1 temporada

O que o pessoal está achando? Quais as teorias? O que os criadores da série dizem? Vai ter segunda temporada? - Com algumas ou todas as perguntas em mente o expectador só busca entender não apenas a série da Netflix, mas seus sentimentos em relação à ela. Já faz alguns dias que terminei e admito: ainda não sei se gostei.

Mas esta nem é a coisa mais estranha, a moça era cega quando sumiu e volta com a visão recuperada. A cidadezinha em que ela morava com os pais fica em polvorosa. Milagre? Bruxaria? O que teria acontecido com a moça e por que ela não quer contar para ninguém? E esta é a primeira vez que você acha que entendeu para onde a série vai, Mas, antes mesmo do piloto terminar você descobre que está errado.

Pais ou autoridades o que aconteceu, logo a série deixa isso de lado. Mas a moça decide "dividir sua experiência" com cinco pessoas aleatórias. O adolescente problemático Steve (Patrick Gibson), seu amigo Jesse (Brendan Meyer), o "bom menino" French (Brandon Perea), o transexual Buck (Ian Alexander) e a professora triste Betty (Phyllis Smith), aceitam se encontrar as escondidas com a moça, em reuniões que lembram uma seita. Aí sim a história começa, na Rússia!?! Vou parar com a sinopse por aqui, pois parte da graça é ficar meio perdido na narrativa tentando entender o que está acontecendo. 

Ao mesmo tempo que traz dilemas humanos e sobre fé. Tudo isso junto, em alguns momentos exige uma boa dose de suspensão de descrença do expectador. Mas a expectativa pelo que está por vir, as dúvidas sobre como Praire retornou e a empatia com as personagens de suas histórias garantem esse esforço extra para acreditar em alguns momentos. Embora duvidar de um detalhe ou outro também faça parte da diversão. Não faz sentido, mas está interessante.

Própria e de seus pais. O problema é que são apenas vislumbres. De fato nos importamos mais com as pessoas na história que ela conta (que talvez nem sejam reais), do que com as pessoas que estão ouvindo. Um grupo de pessoas distintas que poderiam tanto ter narrativas interessantes por quem são, quanto ter sua vida afetada pela chegada da protagonista. Ao invés disso, ganham arcos rasos que o tornam apenas estereótipos pouco interessantes.

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