CONFIRA

Técnica de edição de genes


Doenças genéticas, através de uma tecnologia denominada CRISPR. Do inglês Clustered Regularly Interspaced Short Palindromic Repeats (Repetições Palindrômicas Curtas Agrupadas e Regularmente Interespaçadas), o CRISPR é uma técnica que permite cortar o DNA e desativar grupos de genes, adicionar novos ou modificar suas funções.

Um deles, europeu, tem talassemia (o corpo produz pouca hemoglobina) e iniciou o tratamento em março; o outro paciente, americano, sofre de anemia falciforme (as hemácias têm a forma de foice) e começou a nova terapia em abril.

E o europeu não precisa mais de transfusões de sangue, o protocolo adotado para pacientes com a sua doença.

Pacientes, editados em laboratório e ligados a uma versão do gene da hemoglobina normalmente desativada na idade adulta. As células-tronco são, então, transplantadas de volta para a medula óssea do paciente para produzirem hemoglobina em quantidades normais.

Vortex, mostram que ele é seguro o bastante para que sejam feitos novos ensaios clínicos. Os testes clínicos devem contar agora com 45 pacientes dos EUA, do Canadá e da Europa, cada um sendo acompanhado por um tempo mais longo em uma avaliação de segurança de longo prazo.

Passado, a técnica de edição do DNA levantou questões morais e éticas quando o cientista chinês He Jiankui revelou ter modificado geneticamente embriões de gêmeos humanos. O escândalo levou a comunidade científica a pedir uma moratória global no uso da técnica.

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