CONFIRA

WhatsApp baniu 400 mil contas


Andamento atualmente. A empresa recebeu uma solicitação dos políticos para enviar informações a respeito das atividades do aplicativo no Brasil durante o período eleitoral de 2018.

Marcaram início da campanha de rua e final do segundo turno, respectivamente. Os motivos variam, mas todos envolvem violação aos Termos de Serviço e práticas como "suspeita de uso de robôs, disparo em massa de mensagens e disseminação de fake news e discurso de ódio".

Somente ontem (18) foi anexada no sistema da CPMI. Você pode ler a carta na íntegra clicando aqui (procure pelo DOC 021).

Usuários, mas esse documento está restrito ao uso pelos políticos participantes e pelos tribunais eleitorais.

Até precisa armazenar dados criptografados de acesso em respeito ao Marco Civil da Internet e entregá-los em caso de solicitação judicial. Entretanto, como já se passaram mais de seis meses da data, os registros já foram apagados exceto por alguns dados que foram solicitados por tribunais eleitorais após as eleições.

Adicionou recursos que limitavam o compartilhamento de notícias falsas, como o limite de encaminhamento de mensagens e a possibilidade de recusar adições em grupo algo só adicionado recentemente.

Suspeitos, independente do lado. "Como o WhatsApp é uma plataforma criptografada, nossas decisões contra atividades automatizadas e de envio de mensagens em massa são baseadas no comportamento das contas ao invés do conteúdo de mensagens", diz o documento.

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