Machida Zelvia em 2019


O time-base era praticamente o mesmo que quase foi campeão ano passado, com um detalhe: a estrela da equipe, o meia Taiki Hirato (líder de assistências da J2 em 2018), estava apenas emprestado pelo Kashima Antlers e foi chamado de volta para Ibaraki. Fora isso, a única mudança entre os usuais titulares foi a saída do atacante Koji Suzuki para o FC Ryukyu. Os principais reforços foram o atacante Cayman Togashi, ex-Yokohama F-Marinos e FC Tokyo, e o goleiro Takuya Masuda, destaque na campanha do acesso do Nagasaki em 2017.

Além de ter vencido só três jogos em casa no total: um em fevereiro, outro em março e o último só em novembro) e correu risco até de cair para a J3. Só se salvou matematicamente na última rodada, ao ganhar de virada do Montedio em Yamagata com dois gols nos dez minutos finais.

Yuki Nakashima, que tinha feito mais de dez gols em todas as três temporadas anteriores em Machida, desta vez não passou de três golzinhos. O ataque foi tão mal (terceiro pior da J2) que o artilheiro do time foi um volante, o peruano Romero Frank (ele tem 32 anos, mora no Japão desde os 13 e se naturalizou japonês em outubro deste ano).

Fora de alcance para este ano. Também em setembro, o grupo Cyber Agent (dono de várias empresas de conteúdo digital, desenvolvimento de jogos, publicidade, entre outras), que meses antes havia se tornado acionista majoritário do clube, patenteou um novo escudo e o nome "FC Machida Tokyo". A iminência da mudança de nome, trocando o "Zelvia" por "Tokyo", causou uma polêmica enorme.

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