CONFIRA

Galáxias decadentes podem nos ajudar


Existência, começam a desvanecer e morrem. Pois, observar como esse processo se dá pode ajudar os cientistas a compreenderem não só as diferentes etapas pelas quais as galáxias passam desde a sua formação até o seu fim, como permite que eles aprendam mais sobre a Via Láctea e possam prever o que ocorrerá com o nosso endereço galáctico em um futuro (tomara que) distante.

Avaliam com qual ritmo a formação de novas estrelas acontece. Obviamente, se o nascimento de novos astros se dá de maneira bastante frequente, isso é sinal de que a galáxia em questão se encontra bem viva e ativa. Porém, se a produção de novas estrelas apresenta declínio, isso significa que a galáxia pode estar com um “pezinho na cova” – e quando o ela cessa e a única coisa que a galáxia abriga são estrelas mortas, ela basicamente se converte em um "cemitério cósmico".

Especificamente, ainda que elas apresentem pouca atividade não sejam tão brilhantes quanto as galáxias mais jovens e produtivas, essas estruturas cintilam no cosmos e são excelentes alvos para estudos.

Uma estrutura que se formou há inimagináveis 12 bilhões de anos, ou seja, apenas 1,5 bilhão de anos após o Big Bang. E essa “anciã” não é simplesmente incrivelmente velha, senão que também é gigantesca, abrigando perto de 1 trilhão de estrelas. Só para você ter ideia, a Via Láctea conta com um número estimado entre 150 bilhões e 250 bilhões delas apenas.

Conforme indicaram as observações que os astrônomos conduziram do núcleo da “galáxia-Matusalém”, ela começou a morrer assim que concluiu seu processo de formação – e ninguém sabe dizer o que, exatamente, desencadeou o fenômeno, especialmente considerando a quantidade de matéria contida nela.

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