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App de videochamada Zoom manda


Forçado para evitar novas contaminações, muitos funcionários precisaram de um aplicativo para trabalhar de casa e realizar videoconferências. Um dos serviços que mais explodiu em popularidade com o isso foi o Zoom mas utilizá-lo, especialmente no iOS, tem um preço.

Mesmo que você nem sequer esteja logado ou tenha uma conta na rede social. Além disso, o serviço não faz qualquer menção a essa ação via notificações, não pede permissão e nem lista a parceria nas políticas de privacidade do aplicativo. Se você usa a conta na rede para se logar, é comum que algumas informações sejam solicitadas e sincronizadas, mas o caso aqui é mais expansivo na coleta.

Compartilhamento de dados é relativamente comum se o app utilizar o kit de desenvolvimento do Facebook para implementar algumas funções. E é exatamente isso que acontece aqui, com o serviço se conectando ao Graph API da rede social. Vale ressaltar que a desenvolvedora do Zoom é uma companhia independente, que não pertence à companhia de Mark Zuckerberg.

Quando você ligou o software, que ações realizou dentro dele, a sua localização exata e até detalhes do dispositivo que você está utilizando. Como você recebe uma identificação que carrega todas essas informações, isso pode ser usado pelo próprio Facebook e parceiros para anúncios direcionados e personalizados. A Vice ainda consultou especialistas em privacidade digital, que repetiram os testes e confirmaram o envio de informações.

Solicita aos desenvolvedores que sejam transparentes com usuários sobre os dados que seus apps enviam" a eles ou seja, não negou a prática e tratou tudo com naturalidade, colocando a culpa no programa de videoconferências.O Zoom não enviou um comunicado em resposta à denúncia.


FONTE: TECMUNDO

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