CONFIRA

Brasileiros que iam para Tóquio correm


Organizavam férias no Japão para se divertir com a Olimpíada. O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, e o chefe do Comitê Olímpico Internacional (COI),Thomas Bach, confirmaram o que muitos já esperavam: não vai ter jogos olímpicos este ano. Diante da pandemia de coronavírus, o evento foi adiado para 2021.

Amigos começaram a organizar a viagem meados do ano passado. E desde janeiro, ao ouvir as primeiras notícias sobre o surto de coronavírus na China, pensavam em cancelar. Em fevereiro, ele conta que ficava naquela de um querer cancelar e os outros amigos segurarem. No início de março, quando a disseminação do vírus ainda não era uma pandemia, era comum falar que ainda era cedo para cancelar.

Papo de cancelar, mas alguma ressalva. A conversas ficaram mais constantes e cada vez com menos ressalvas quando os países, como a Itália e os estados Unidos, anunciaram a suspensão de eventos esportivos. Os últimos 15 dias foram os mais intensos. Até a sexta-feira passada, “quando a gente desistiu das casas que a gente tinha alugado”, conta Sérgio.

Reembolso de 100% foi garantido. A outra, ainda está em negociação sobre o reembolso, que não será do valor integral. Os cálculos sobre os prejuízos vinham sendo feitos desde o início da instabilidade sobre os jogos. A notícia do adiamento dos jogos só finalizou o que já era esperado. “Não foi um baque, a gente já esperava, foi só a confirmação”, disse ao HuffPost.

Do COI em anunciar o adiamento. Segundo apuração da Reuters, trocar a data do evento é uma enorme dor de cabeça para o Japão. O anfitrião investiu mais de US$ 12 bilhões no evento. Apesar do dinheiro gasto, uma pesquisa mostrou que cerca de 70% dos japoneses concordam com o adiamento.


FONTE: huffpostbrasil

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