Clubes italianos Zé Ricardo vê como natural


Tornou objeto de discussão constante e até mesmo alvo de polêmicas no país. Mas, além do discurso crítico e até mesmo de certo protecionismo de profissionais nacionais, há quem não veja problema na "moda".

Flamengo e, desde o fim do ano passado, está sem clube. Para ele, a escolha por treinadores vindos de fora do Brasil faz parte de um fenômeno comum no futebol daqui: as ondas de escolha por determinados perfis.

Nossa área é assim. É muito difícil. Criou-se ondas de novos treinadores, ondas de treinadores cascudos, onda de estrangeiros... Eu vejo isso de uma forma tão tranquila, tão natural. Tem profissionais bons e não tão bons. Independente de idade, certamente tem que buscar crescer. Não entro nesse tipo de polêmica. O Jorge Jesus tem anos de carreira, chegou no Flamengo e mudou muita coisa. Quem tem a ganhar é o futebol brasileiro - disse o treinador, indicando que espera que o sucesso a nível continental crie "um efeito cascata" para todos os profissionais.

Trabalhar em breve. Após deixar o Inter no fim do ano passado, ele dedicou os primeiros meses de 2020 aos estudos. Primeiramente, concluiu o curso e conseguiu a licença Pro da CBF. Depois, viajou à Itália para vivenciar durante uma semana o dia a dia de alguns clubes.

Ex-jogador Mauri e passou uma semana na Lazio, além de fazer visitas a Fiorentina e Milan, em um total de 12 dias de "excursão", encerrados em 22 de fevereiro - antes do coronavírus se tornar uma epidemia no local. Foi na equipe de Roma que o brasileiro conseguiu observar toda a preparação para um duelo de peso: Lazio x Inter de Milão, vencido pelo time biancoceleste.

Adversários e outros procedimentos não são tão diferentes do que é visto no Brasil. Entretanto, o trabalho tático no Velho Continente ainda está em um nível mais elaborado para o profissional.

Gente diz: "Isso eu nunca vi". Hoje em dia temos acesso a informação. Mas há a valorização muito forte da questão tática, de como trabalham o jogo. Há muita repetição. E faz diferença a questão de trabalho de longo prazo.O Inzaghi começou no Primavera (base) e foi para lá. É o que a gente fala de acreditar numa proposta.

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