Ronaldinho divide setor na cadeia


Empresário,Assis, passaram a noite desta sexta-feira no quadrilátero da Agrupación Especializada da Polícia Nacional do Paraguai, em Assunção, e deixaram o local na manhã deste sábado para nova audiência. Eles dividiram o mesmo setor com outras dois presos famosos: Ramón González Daher, ex-presidente da Associação Paraguaia de Futebol, acusado de lavagem de dinheiro, e o deputado Miguel Cuevas, processado por enriquecimento lícito e tráfico de influência.

Médicos do sistema penitenciário do Paraguai. Cada um ganhou um colchão e um cobertor para a noite na cela dormitório. Os advogados contratados para representá-los no país trouxeram hambúrgueres. Na manhã deste sábado os brasileiros foram acordados às 6h da manhã - às 10h eles terão uma nova audiência no Palácio de Justiça. Foi oferecido o café da manhã convencional da cadeia, mas eles educadamente recusaram.

Paraguai para participar de eventos promocionais relacionados à Fundação Fraternidade Anjelical. Ambos também foram ao país a convite do empresário Nelson Belotti, dono de um cassino que tem o ex-jogador como embaixador. Os passaportes no desembarque chamaram a atenção das autoridades.

Operação de busca no hotel de luxo onde estavam hospedados - e que também abriga o cassino de Belotti. Segundo o MP, passaportes, carteiras de identidade e telefones de R10 e Assis foram apreendidos no Yacht y Golf Club. Segundo o ministro do Interior Euclides Acevedo, os dois ficariam sob custódia no hotel até a manhã desta quinta, quando foram prestar depoimento.

A promotoria decidiu usar o “critério de oportunidade”, recurso no Código Penal paraguaio que deixaria livre de processo Ronaldinho e seu irmão (e empresário). Ele é usado quando os suspeitos admitem o delito e não têm antecedentes criminais no país.

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