CONFIRA

Senado aprova estado de calamidade pública


Em meio a tropeços e problemas de conexão, a câmara alta do Congresso Nacional aprovou a entrada do Brasil em estado de calamidade pública causada pela epidemia da COVID-19, doença provocada pelo novo Coronavírus.

Primeiro vice-presidente do Senado, a sessão foi realizada a partir de uma sala no Senado. Três telões exibiam as imagens de outros parlamentares.Junto ao vice-presidente que substituiu Davi Alcolumbre (DEM-AP), diagnosticado com COVID-19,estava Weverton (PDT-MA), relator da matéria e toda equipe técnica do Senado.

Para se conectarem, alguns não conseguiram lidar com as ferramentas mais modernas e problemas técnicos atrapalharam pioraram a situação. Uma frase muito dita pelos parlamentares foi “Vossa excelência, está me ouvindo?” e “Estamos online?”, disparou Luis Carlos Heinze (PP-RS).

Alternância entre a ativação de microfones e confundiu os participantes da votação. Senadores reclamavam que seus microfones não funcionavam até que Anastasia esclareceu a situação: todos os microfones são desligados por padrão enquanto a palavra está com outro parlamentar. O dispositivo só é aberto quando a palavra é passada para o respectivo senador.

São ligados aqui da central. E há um chat onde as pessoas colocam suas observações, que estou acompanhando aqui. É um olho numa tela e um outro em outra tela”, disse o vice-presidente.

Começando pelos mais velhos. Um dos primeiros a votar, Lasier Martins (PSD-RS) de 77 anos, teve problemas para se comunicar. Primeiramente, ele recusou o convite para a participação da videoconferência por engano e precisou de ajuda da equipe técnica do Senado para entrar na chamada.

Problemas de conexão à internet. Styvenson Valentim (PODEMOS-RN), só foi capaz de participar da votação na segunda chamada.

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