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Brasil tem novo recorde e registra 615 mortes



Quarta-feira, 6, o panorama de casos de Covid-19 no Brasil. De acordo com o levantamento, o país registrou 615 novos óbitos e 10.503 diagnósticos positivos nas últimas 24 horas.

Chegou a 125.218 casos e 8.536 óbitos. A taxa de letalidade da doença está em 6,8%.

Casos e óbitos em um único dia,Até então, a alta mais expressiva teria sido do dia 30 de março, quando foram registrados 7.218 novos casos e ontem, quando foram divulgados 600 novas mortes.

Os programas contam com cinco fases operacionais para testar, ao todo, 46 milhões de pessoas — cerca de 22% da população brasileira. Serão realizados análises do tipo RT-PCR, o teste molecular de maior confiabilidade, e testes rápidos, para estimar quantos brasileiros já têm anticorpos. Há análises previstas para pessoas com sintomas da doença e assintomáticas.

Testes da infecção esperando a análise laboratorial, de acordo com a Secretaria de Vigilância em Saúde.

Sobre a necessidade de um maior banco de dados sobre a real situação da epidemia no país. O governo trabalha em uma “colheita de dados” sobre a Covid-19 neste momento, disse. Nesta quarta-feira, 6, a pasta da Saúde habilitou 592 novos leitos exclusivos de Covid-19 de UTI adulto, em dezesseis estados. Só no Amazonas, foram dez leitos novos acrescido de um apoio financeiro de 1,4 milhão de reais.

Manaus no fim de semana, o ministro disse que o reconhecimento da região foi “importante” para entender como a doença pode avançar de diferentes maneiras dentro de um único município. Ele disse, inclusive, que a evolução de contágio pode variar de acordo com “níveis sociais”.

Resultados acerca de uma pesquisa com hidroxicloroquina e cloroquina para o tratamento da doença. A avaliação da pesquisa, coordenada pelo Hospital Albert Einstein, ficou a cargo de um grupo australiano. Por isso a diferença de fuso horário.

Sobre segurança e efetividade da droga no tratamento de casos de Covid-19.

Mantém contato com laboratórios internacionais que trabalham na busca de um antídoto para a doença. Caso a vacina seja descoberta, ele quer garantir que haja uma cota de doses para o Brasil.

Quarentena, Teich disse que o assunto tem que ser discutido com “cuidado”. “Não existe a defesa do isolamento ou a defesa do não-isolamento”, declarou. Ele defendeu que cada região seja avaliada individualmente, de acordo com o avanço da doença e da ocupação de leitos. Nelson Teich analisou que, de sua parte, não existe política de ser contra ou a favor ao isolamento social. “O que não precisamos é de mais briga, confusão e desgaste.


FONTE: VEJA

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