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Burnley que nenhum time pode cometer contra Manchester City



Premier League: 39 pontos, apenas um a menos que o Arsenal e três do Tottenham. O técnico Sean Dyche não muda o estilo se o jogo é dentro ou fora de casa e conseguiu vencer Leicester e Manchester United com bola no chão, aproximações e passes curtos que equipes médias da Inglaterra nem sempre mostram contra o “Big Six”.

Enfrentar o Manchester City e absolutamente tudo deu errado.

Simplesmente impossível enfrentá-las sem pensar nos mais variados cenários que podem surgir no jogo. Esses times sabem como agir e o que fazer em cada momento do jogo. São inteligentes em todas as fases, com e sem a bola.

Cada vez mais sem a posse. Como já tinha mostrado contra o Arsenal, se posiciona na saída para neutralizar qualquer passe que possa sair dos goleiros e volantes, por melhor que eles sejam.

Flutuam para receber a bola. Nada de ir cercar o goleiro: Aguero e o pelotão de frente ficam perto dos zagueiros para que o goleiro não jogue a eles. O Burnley se organiza para sair, o goleiro avança, mas o City simplesmente tem mais gente nesse setor e obriga o goleiro a dar um chutão.

Como o meio estava fechado, tentou no lado. Afinal, a forma de marcar do City, com seis jogadores por dentro, criava um cobertor curto: quem marca o lateral.

Os mesmos meias que fechavam por dentro tinham que virar o corpo e começar a correr para o lado. A linha de defesa continuava parada, e se o jogador aberto continuasse livre, o lateral daquele lado – como Zinchenko no lance – saía e cercava.

O Burnley tentou propor o jogo mesmo perdendo de quatro a zero. Os mesmos seis atacantes por dentro do City fecham a saída. O volante tenta um passe a dois jogadores bem próximos, que perdem a bola acompanhados por Rodri e Silva no lance que gera o quinto gol do Manchester.


FONTE: GLOBO ESPORTE

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