CONFIRA

Coronavírus qual será o legado da pandemia

 


Forma de erradicar o novo coronavírus, que uma vacina seja realmente produzida ou, ainda, que se desenvolva um tratamento eficaz contra a ação do Sars-CoV-2. O que não sabemos é como essa situação toda poderá transformar as nossas rotinas depois que tudo se “normalizar”. Mas já existem algumas previsões, obviamente!

Profissionais de várias áreas já começaram a antever mudanças – e repensar processos e elementos que fazem parte do nosso dia a dia, mas que terão que passar por ajustes. Um dos aspectos mais evidentes é a migração permanente do trabalho presencial para o home office e, com esse movimento, a transição de empresas a espaços comerciais mais reduzidos.

4 dias da semana em suas casas e se dirijam aos endereços comerciais apenas 1 vez, para participar de reuniões ou resolver pendências. Essas idas ao trabalho, aliás, deveriam ser organizadas de forma que os funcionários cheguem e voltem para suas residências em horários distintos para evitar aglomerações, tanto no transporte público (para os que usam) quanto na empresa.

Câmeras de reconhecimento facial e dispositivos de voz substituam leitores de digitais, crachás, cartões e outros sistemas em uso atualmente para permitir o acesso a edifícios e espaços comerciais, e robôs passem a ocupar o lugar de humanos em entradas e recepções.

Tornará limitada – o que significa que o coworking e os escritórios de conceito aberto passarão por sérias revisões – e dispositivos acionados por botões, como seriam os interruptores e elevadores, por exemplo, poderão perder os painéis tradicionais e ganhar elementos que dispensem o toque.

Bastante frequência deveriam, preferencialmente, ser substituídos por peças em cobre, já que esse elemento tem ação germicida. Já mobiliários, bancadas e superfícies de trabalho poderão ser feitos com materiais antimicrobianos e de fácil higienização.

Repensados – e outra possibilidade é que sensores e leitores sejam instalados em espaços públicos para detectar a presença de patógenos. Ainda, é possível que os “wearables” ganhem mais espaço e ajudem no monitoramento de riscos.

Tecnologias levam tempo e quase sempre requerem grandes investimentos. Considerando que estamos mergulhando em um período de forte recessão, conquistar esse mundo mais seguro será um desafio e tanto. Sem falar que os humanos são criaturas sociais e precisam conviver, interagir e tocar; então, o exercício de prever os impactos que o “novo normal” provocará, além de interessante, é extremamente necessário.



FONTE: TECMUNDO

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