CONFIRA

Neonazistas conspiracionistas e antivacinas


Contra as medidas de prevenção ao coronavírus que, segundo elas, limitam as liberdades individuais. Os manifestantes, cerca de 17.000 de acordo com a polícia muito menos do que os 500.000 anunciados pelos organizadores da marcha se reuniram sob o lema O Fim da Pandemia – Dia de Liberdade.

Mistura heterogênea de conspiracionistas, simpatizantes de extrema direita, militantes antivacinas e negacionistas do SARS-CoV-2, o coronavírus que provoca a covid-19.

Somos a segunda onda” ou “Tudo é uma grande teoria da conspiração” foram algumas das frases cantadas. O protesto começou pouco antes do meio-dia em frente da Porta de Brandenburgo e percorreu várias ruas centrais de maneira pacífica, mas sem respeitar as medidas de segurança, que recomendam uma distância de 1,5 metro entre as pessoas e o uso de máscaras. Muito poucos participantes estavam com a boca coberta.

Acrescentou que se recusou a usar máscaras desde o início da crise sanitária. “Sofrermos as consequências das medidas adotadas pela senhora Merkel depois das férias”, acrescentou. Klaus Reinhardt, estudante de Direito de 23 anos, mostrou-se mais agressivo: “Chegou a hora de se rebelar contra este Governo e contra o sistema que impera no país”, disse com a boca e o nariz descobertos.

Alguns carregavam a bandeira imperial preta, branca e vermelha da Alemanha e portavam cartazes que diziam: “Estamos fazendo barulho porque vocês estão nos roubando a liberdade” e “Pense, não use máscara!”.

Respeitassem as medidas de segurança, anunciou no Twitter que apresentou uma queixa contra os organizadores por “não respeitarem as regras de higiene”.

Empresário que deu origem à iniciativa Querdenken 711. Bergmann ganhou notoriedade em seus discursos em que denunciou que o vírus era “falso”. “O Governo não quer proteger vidas humanas, mas introduzir o comunismo. Que a regra de distanciamento vá à merda!”, disse Bergmann ao jornal Tagespiegel na véspera da manifestação de Berlim.

Mobilização, incluindo Saskia Esken, dirigente dos socialdemocratas, partido minoritário da coalizão governamental com os conservadores da chanceler Angela Merkel. “Sem distanciamento, sem máscara: não apenas colocam em risco nossa saúde, como também nosso êxito diante da pandemia e a reativação da economia, da educação e da sociedade. Irresponsável!”, tuitou.




FONTE: Brasil Elpais

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