Como são feitas as vacinas que usam

 


Ser pesquisadas em meados da última década como uma forma mais eficiente de produzir imunizantes. Mas foi com o surgimento do vírus SARS-CoV-2, causador da pandemia de covid-19, que a técnica ganhou impulso e destaque por produzir, até agora, imunizantes com mais alta resposta imunológica entre todas as vacinas candidatas.

Tradicionais (como as que usam o vírus morto) não conseguem acompanhar a evolução e a mutação de algumas doenças. as chamadas vacinas gênicas demandam menos tempo de fabricação e, por usarem o código genético do agente patogênico, provocam uma resposta imune maior (seu único grande senão: a vacina gênica precisa ser conservada a -70°C).

Ribonucleico, ele é a molécula que “cumpre” o que o DNA (onde estão nossos genes) determina. Existem três tipos de RNA: o mensageiro, o transportador e o ribossômico. Apenas o primeiro (o mensageiro) interessa aqui: é ele o usado nas vacinas gênicas.

Uma fita de mRNA do vírus; quando a pessoa é vacinada, suas células absorvem esse mRNA e começam a produzir a proteína do vírus que se quer combater – esse é o antígeno, que migrará para a membrana da célula e lá, será reconhecido pelo sistema imunológico, desencadeando uma resposta contra a doença que se quer combater.

RNA para garantir que ele será copiado assim que alcançar a célula. Esse tipo de vacina é mais eficaz, porque garante uma produção maior de antígenos a partir de uma quantidade menor de vacina.

Identificar a infecção e desenvolver a resposta imune. Nesse caso, elas são extraídas do sangue do paciente, expostas à vacina de RNAm e injetadas com o imunizante para estimular uma reação imunológica.



FONTE: TECMUNDO


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