Criaturas estranhas são encontradas nas profundezas

 


Descoberta inesperada e chocante, encontrando várias critauras estranhas – espécies de vida marinha estranhas potencialmente desconhecidas – que vivem nas profundezas do gelo da Antártica.

Gelo Filchner-Ronne, os pesquisadores descobriram vida estacionária, incluindo várias esponjas parecidas com alienígenas e animais – presos a uma rocha no fundo do mar, disse um comunicado divulgado na manhã de ontem (15) pela BAS.

Depararem com a misteriosa vida marinha na escuridão completa, com temperaturas bem abaixo de zero e a mais de 260 quilômetros do oceano aberto. De acordo com a BAS, poucos animais foram vistos nessas condições extremas. A descoberta e os resultados do estudo foram publicados em 15 de fevereiro na revista Frontiers in Marine Science.

Autor do estudo, Dr. Huw Griffiths, informou:

Respostas, por exemplo, como eles chegaram lá? O que estão comendo? Há quanto tempo eles estão lá? Quão comuns são essas pedras cobertas em vida? São as mesmas espécies que vemos fora da plataforma de gelo ou são novas espécies? E o que aconteceria com essas comunidades se a plataforma de gelo colapsasse?”

Mais de 1,44 milhão de quilômetros quadrados da plataforma continental da Antártica. No entanto, de acordo com a BAS, “apenas uma área total em torno do tamanho de uma quadra de tênis foi estudada por meio de oito furos anteriores”, tornando-a uma das regiões mais inexploradas do mundo.

Muito mais rara quanto mais você se afasta das águas abertas e da luz solar. Estudos anteriores desses ambientes hostis encontraram um número limitado de pequenos necrófagos e predadores, como peixes, vermes, águas-vivas ou krill. Até recentemente, os cientistas não esperavam encontrar organismos alimentadores de filtros estacionários – que dependem de um suprimento de comida de cima – vivendo nas profundezas geladas.

Amostras de sedimentos, os geólogos do BAS ficaram surpresos ao encontrarem uma rocha em vez de lama no congelante fundo do mar da Antártica. Esta surpresa inicial empalideceu em comparação com o choque que os pesquisadores tiveram quando baixaram uma câmera no poço.


FONTE: OVNI HOJE

Postar um comentário

0 Comentários