Entidades do futebol inglês pedem fim

 


Grupo de 10 organizações lideradas pela Premier League, a Football Association e a Women’s Super League, divulgou uma carta aberta ao diretor geral do Twitter, Jack Dorsey, e ao fundador e diretor geral do Facebook, Mark Zuckerberg, pedindo para que eles usem o poder em suas mãos para acabar com postagens abusivas. Segundo as organizações do futebol inglês, essa é uma “questão básica de decência humana”.

Mais recente dos inúmeros casos registrados nas últimas semanas no futebol inglês. Jogadores, jogadoras e treinadores do principais clubes do país notaram um crescimento da intolerância durante o lockdown no país. O árbitro Mike Dean e o técnico do Newcastle Steve Bruce chegaram a receber ameaças de morte através das redes.

Abominam o racismo, o sexismo e qualquer outra forma de discriminação.” No texto, as entidades do futebol inglês revelam que “ao longo dos anos, já tiveram várias reuniões com os executivos” dessas empresas, mas que “a realidade das plataformas ainda é um paraíso para o abuso.” Para elas, a falta de ação do Twitter, do Instagram e do Facebook criou um sentimento de impunidade entre esses “criminosos anônimos” das redes sociais.

Mensagens postadas, medidas transparentes para retirar material abusivo do ar, verificação de identidade para todos os usuários, cooperação com as instituições do futebol inglês para identificar a origem do material ilegal.

Foram alvo de manifestações racistas. Romaine Sawyers, do West Bromwich, e Reece James, do Chelsea, irmão de Lauren James, também. Nos últimos anos, uma das vozes mais firmes contra o racismo no futebol inglês e, até por isso, uma das vítimas mais frequentes, tem sido o atacante do Manchester City e da seleção Raheem Sterling.



FONTE: GLOBO ESPORTE

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