Ex-presidente do Barcelona é solto pela Justiça

 


Nesta terça-feira uma audiência com a juíza responsável pelo "Barçagate", Alejandra Gil. Ele e o seu assessor, Jaume Masferrer, foram libertados com acusações, mas ainda estão sob investigação. A Justiça também decidiu levantar o sigilo do caso.

Manhã foi o clube como instituição ter sido dispensado do processo. O Barça aparece como pessoa jurídica lesada, não investigada. Ou seja, o assunto se tornou uma investigação de particulares.

Investigações do escândalo haviam sido interrogados no dia anterior pela "Mossos d’Esquadra", a Polícia da Catalunha, mas, acompanhados pelos advogados, optaram por permanecerem calados. O mesmo se repetiu diante da juíza.

Barcelona foram detidos na segunda-feira pela polícia durante uma operação que fez buscas em sua casa e na sede do clube, entre outros locais. Além de Bartomeu e o seu assessor, Jaume Masferrer, também foram presos o atual CEO do Barça, Òscar Grau e o diretor jurídico Román Gómez Pontí, mas esses dois foram liberados ainda no mesmo dia. Todos são acusados de corrupção, lavagem de dinheiro e administração injusta.

I3 Ventures, NSG Social Science e Telampartner. Essas companhias especializadas em dados e redes sociais teriam sido contratadas por Bartomeu e sua diretoria para proteger a sua reputação, desde 2017.

Usada para atacar jogadores como Lionel Messi e Piqué, ídolos do clube como Xavi, Puyol e Iniesta, além de políticos rivais, como Joan Laporta e Víctor Font.

Uma semana antes da eleição presidencial que escolherá os sucessores à sua diretoria, no próximo domingo, dia 7 de março. Inclusive, houve nesta terça-feira debate entre os candidatos Víctor Font, Joan Laporta e Toni Freixa.


FONTE: GLOBO ESPORTE

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