Pesquisadores sugerem que 120.000 sinais alienígenas

 


Astrofísico mais misterioso do novo século. A pesquisa delas começou há pouco mais de uma década, quando em 2007 Duncan Lorimer e seus colegas anunciaram a descoberta da primeira rajada de rádio muito poderosa, mas curta (alguns milissegundos) que veio “do nada”.

Século com as explosões de raios gama cósmicos, essa rajada não foi mais observada em nenhuma faixa do espectro e, além disso, não era possível localizar com precisão a que estava associada.

Astrofísicos pudessem confirmar a origem cosmológica de rajadas rápidas de rádio, mas agora, ouvimos notícias sobre sinais recém-detectados literalmente todos os meses. A fonte dessas FRBs permanece obscura.

Em 2020, vários estudos chegaram à conclusão de que certas rajadas rápidas de rádio se originam de magnetares, mas isso pode não ser o mesmo para todos esses sinais.

Relatou a descoberta mais incrível – três rádios rápidas dos primeiros períodos do Universo. As FRBs foram descobertas em dados do Telescópio Esférico de Abertura de Quinhentos metros (FAST) e foi comprovado que elas têm pelo menos vários bilhões de anos.

Sugerem que, com observações mais focadas, pode haver mais de 120.000 FRBs que poderíamos interceptar todos os dias. Você pode imaginar o que os cientistas poderiam fazer com esse conhecimento e quais mistérios do universo podem ser resolvidos?

Interceptadas em outubro e novembro de 2018, mas como acontece com todos os dados científicos, normalmente leva anos antes que os especialistas possam estudá-las e encontrar as peças importantes.

Capturada na mesma data (17 de outubro de 2018) que duas outras FRBs que já foram relatados, mas para ser distinguida, a nova descoberta recebeu seu próprio nome, FRB 181017.J0036 + 11.

Rádio não tiveram origem na Via Láctea. Os cientistas passaram várias horas em observações de acompanhamento, mas nenhuma explosão adicional foi detectada, ao contrário de outros casos em que uma FRB poderosa é seguida por vários outras mais fracos. Existe uma opção de que essas FRBs podem não ter uma origem cosmológica (meu grifo), mas com base em suas características, os cientistas acreditam que não há outra explicação.

Rajadas rápidas de rádio permanece um mistério. Os cientistas planejam pesquisar mais sinais nos dados do FAST, na esperança de que outras FRBs possam fornecer a eles as informações necessárias para localizar a fonte. Com as capacidades atuais do FAST, junto com o uso de simulações, o telescópio deve ser capaz de detectar rajadas rápidas de rádio antigas de até 10 bilhões de anos.



FONTE: OVNI HOJE

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