Como o tempo funciona entenda teorias e o que gênios

 

Fizeram na compreensão do tempo desde o século passado. Passamos de antigos relógios de sol para modernos relógios atômicos. Hoje podemos acompanhar a passagem de um segundo mais de perto do que nunca, mas o tempo continua sendo um tópico extremamente complexo. Graças a cientistas visionários nos aproximamos cada vez mais de desvendar os segredos desse que dizem ser o "senhor de tudo".

Disparada de um arco, viajando em linha reta e direta e nunca se desviando de seu caminho. Para ele, um segundo tinha a mesma duração em qualquer lugar do universo e nada tinha velocidade constante, nem mesmo a luz. Assim ele supôs que se a velocidade da luz podia variar, o tempo devia ser constante passando de um segundo para o próximo, sem diferença de duração.

Cerca de 299.792 quilômetros por segundo. Para ele, o tempo – a quarta grandeza do universo – era mais como um rio, vazando e fluindo, dependendo dos efeitos da gravidade e do espaço-tempo. O tempo aumentaria e desaceleraria em torno dos corpos com diferentes massas e velocidades e, portanto, um segundo na Terra não teria a mesma duração em todo o universo.

Seria preciso uma variável para alterar grandes distâncias pelo universo. Com sua expansão e planetas e galáxias movendo-se em uma escala gigantesca, algo precisaria ceder para permitir essas flutuações – o tempo. E depois de uma breve passagem dele, a teoria se provou totalmente precisa.
Provando a dilatação do tempo

Colocaram quatro relógios atômicos de césio em aviões para voar ao redor do mundo, primeiro para o leste e depois para o oeste. De acordo com a teoria de Einstein, quando comparados com relógios atômicos em terra, os relógios no céu seriam cerca de 40 nanossegundos mais lentos após sua viagem para o leste, e cerca de 275 nanossegundos mais rápidos após viajar oeste, devido aos efeitos gravitacionais da Terra na velocidade dos aviões.

Relógios registraram uma diferença ao viajar para o leste e oeste ao redor do mundo: cerca de 59 nanossegundos mais lento e 273 nanossegundos mais rápido, respectivamente, em comparação com o Observatório Naval dos EUA em Washington, DC, onde estava o relógio em terra. Então Einstein estava correto em sua teoria da dilatação do tempo, e ficou provado que o tempo de fato flutuou pelo universo.






Nada no universo que seja capaz de se esquivar do tempo e se mover para frente e para trás à vontade. Tudo se move para frente no tempo, seja em um ritmo regular ou ligeiramente deformado ao se aproximar da velocidade da luz.

Delas é a segunda lei da termodinâmica, que afirma que tudo no universo quer passar da entropia baixa para a alta, ou da uniformidade para a desordem: começou com o Big Bang – é a “flecha do tempo”.

Sugeriu que o tempo não era simétrico: “Se, conforme seguimos a flecha, encontramos cada vez mais o elemento aleatório no estado do mundo, então a flecha aponta para o futuro; se o elemento aleatório diminuir, a flecha aponta para o passado”, escreveu em 1928.

Expansão do universo: à medida que o universo se expande, puxa o tempo com ele – pois o espaço e o tempo estão ligados como um só. Mas isso significaria que, se o universo atingisse um limite teórico de expansão e começasse a se contrair, o tempo se inverteria.



FONTE: TECMUNDO

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