Anonymous 7 ataques já realizados por células

 

Está desde a primeira década deste século no imaginário popular. Com ações diretas e ataques voltados a políticos, empresários e outras personalidades, o coletivo virou uma das principais facetas da internet mundial.
 

Brasil, o Anonymous voltou a entrar em evidência nesta semana após "declarar guerra" contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Além de dizer que Bolsonaro "pagaria pelos crimes cometidos", a divisão do grupo chamada "EterSec" aplicou um golpe de deface no site do Fib Bank.

Chefe do Executivo do Brasil é alvo do grupo. Para relembrar esse e outras ações diretas,o produziu uma lista com sete outros ataques reivindicados por células do grupo.

República, Jair Bolsonaro foi alvo da Anonymous ainda em 2018. No caso, o Ministério da Defesa foi hackeado em uma ação que visava expor Hamilton Mourão, vice-presidente, e o general Villas Bôas, ex-comandante do Exército.

Fascismo e autoritarismo que ameaça à democracia brasileira através de seus generais Eduardo Villas Bôas e Mourão, vulgo vice do Bolsonaro, que sempre mandam recado com viés autoritário por meio de entrevistas, querendo tutelar a democracia por meio da força e do medo", dizia trecho de uma mensagem da célula AnonOpsBR.

Anonymous vazou dados de familiares e ministros do governo Bolsonaro, entre eles Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), Abraham Weintraub (ex-ministro da Educação), Damares Alves (ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos) e outros.

Economia, Paulo Guedes; o ex-governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel; Michele Bolsonaro, primeira dama da República e Olavo de Carvalho, tido como "ideólogo" de Jair Bolsonaro, foram atacados e tiveram dados pessoais expostos.

Grande escândalo de corrupção envolvendo empresas do setor de proteína animal como JBS e Friboi. O Anonymous disse, na época, ter invadido os sistemas das empresas e acessado contas de e-mail de centenas de funcionários, incluindo diretores.

Alerta com a nomeação do novo diretor da PF (Fernando Segóvia) pelo presidente Temer, nesse momento em que as investigações da operação lava-jato alcançam a cúpula do PMDB, onde além do presidente Michel Temer são alvos Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral) e os ex-deputados Geddel Vieira Lima e Henrique Alves que estão presos", dizia trecho de um texto no site.

Michel Temer (PMBD) foi, mais de uma vez, impactada nas mãos do Anonymous. Em maio de 2018, a célula brasileira do grupo lançou a operação #OpCaminhoneiros em apoio aos caminhoneiros (que estavam protestando na época) e contra o presidente da República. Na ocasião, os dados pessoais de Temer chegaram a ser expostos na internet.

H4 realizou um ataque contra o então senador Aécio Neves (atualmente deputado federal pelo PSDB). O site oficial do político chegou a sair do ar por algumas horas.

Votos favoráveis ao corrupto senador Aécio Neves, vamos iniciar uma série de ataques aos sites de todos aqueles que resolveram ferrar o brasileiro devolvendo o poder ao parlamentar corrupto", disse a célula no Facebook, à época.

Comunicados nosso repúdio à realização de megaeventos em meio às desigualdades sociais gritantes neste país. Mesmo assim, mesmo após tantas palavras, tantos manifestos ou protestos realizados nas ruas (todos sempre totalmente vigiados pela repressão, quando não reprimidos com brutal violência) o governo parece que vai seguir ignorando as vozes de seu próprio povo", pontuou a célula na época.


FONTE: TECMUNDO

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