Casos da vaca louca no Brasil não oferecem riscos

 

Popularmente como doença da vaca louca, identificados recentemente no Brasil não oferecem riscos à produção de gado no país.

Rotina que antecede o abate dos animais, dois casos foram identificados em frigoríficos de Belo Horizonte (MG) e Nova Canaã do Norte (MT). O fato gerou um alerta no mercado. Por precaução, as exportações para a China, principal destino da carne bovina brasileira, foram suspensas no último sábado (04).

Aponta que foram casos atípicos de EEB, que são desenvolvidos em animais mais velhos e de forma independente. Dessa forma, o Brasil não deve perder seu status sanitário de território livre da doença.

Afeta o sistema nervoso de bois, búfalos, cabras e ovelhas, podendo levá-los à morte. A doença pode ser transmitida, não tem cura nem tratamento e a prevenção é realizada com o sacrifício dos animais. O consumo de carne contaminada pode provocar a doença em humanos, causando até morte.

Desenvolvimento típico da doença, quando a enfermidade é transmitida de um animal para o outro. Quando ocorre o desenvolvimento espontâneo por conta da idade da vaca, como os casos registrados recentemente no Brasil, não há riscos para a saúde animal ou humana, pois a patologia surgiu de forma isolada e foi contida.

Enquanto as notícias eram incertas e as especulações circulavam, houve uma redução de 2,5% no preço da carne em comparação ao mesmo período de agosto, segundo o site de pesquisas Mercado Financeiro.

Mesmo que temporária, a tendência é que a oferta de carne bovina no mercado interno cresça e os preços caiam. Somente no mês de julho, a China importou 91 mil toneladas de proteína animal brasileira.
 

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária estima que o consumo doméstico foi, em média, de 600 mil toneladas de carne bovina por mês em 2020. Dessa forma, o volume excedente gerado pela suspensão de compras chinesas pode elevar a oferta do produto em 15% no Brasil.



FONTE: TECMUNDO

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