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Queda do bitcoin entenda a desvalorização

 

Acentuada que pode ameaçar sua forte tendência de alta mensal. Na ocasião, a principal criptomoeda era negociada acima dos US$ 52 mil e chegou a encarar uma queda de quase 19% até os US$ 42,8 mil. Nos dias seguintes, o preço do ativo conseguiu recuperar 14% de seu valor inicial em um movimento que indicava uma retomada positiva, porém, logo despencou em busca do fundo no patamar dos US$ 40 mil. Mas o que causou essa desvalorização..

Bitcoin acompanha o mercado tradicional de ações e que, neste contexto, os meses de setembro e março são os menos favoráveis em uma tendência de alta de modo geral, considerando os registros históricos. Contudo, o desanimo mensal pode não ter sido o único fator participante neste movimento de queda.

Mercados voláteis, o atual momento de baixa torna-se um pouco menos misterioso. Além da especulação natural, um dos principais fatores para a queda do bitcoin há duas semanas foi a estreia da moeda como curso legal em El Salvador, que gerou bastante ansiedade e culminou no movimento de venda impulsionado pela liquidação dos derivativos futuros em otimismo.

País da América Central pode não ter sido a única causa do momento ruim.Segundo os sites CNBC e Money Times, os mercados voláteis estão receosos há algum tempo quanto ao posicionamento do Sistema de Reserva Federal dos Estados Unidos sobre o reajuste nas taxas de juros e o relatório de inflação do país. Este fator, por si só, pode ter contribuído com o sentimento de queda e de precaução também no bitcoin....

No último dia 12 de setembro, registrando 0,1% abaixo dos esperados 5,4%, o mercado se antecipou e iniciou uma discreta correção ainda no dia 3 de setembro.O movimento perdurou por pelo menos mais 10 dias e levou a uma queda efetiva de 2,2% no índice S&P 500.

Movimento de antecipação, já que nesta semana o Sistema de Reserva Federal dos Estados Unidos se reunirá para discutir possíveis reajustes nas taxas de juros nacionais e a suspensão dos programas de auxílio emergencial em razão da covid-19. O sentimento de queda já reflete, nesta segunda-feira (20), a uma retração de 5% do topo histórico do S&P 500 algo que não ocorre desde outubro do ano passado.

O caso trata-se da gigante chinesa Evergrande, que despontou no mercado atuando no ramo de incorporação imobiliária. Ao longo dos últimos anos, a empresa acumulou dívidas ao efetuar empréstimos para expandir sua capacidade de produção e, por consequência, seu crescimento e lucro algo também comum para suas concorrentes.

Débito estimado em US$ 300 bilhões.O problema poderia ter sido resolvido através do próprio modelo de negócios da Evergrande, porém, uma série de novas regulamentações impostas pelo governo chinês no final do ano passado delimitou um teto máximo para o endividamento de empresas no país, desfalcando a estratégia da empresa.

 

 FONTE: TECMUNDO


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