CONFIRA

Como o real digital pode impactar a economia

 


Universo que envolve as criptomoedas. Além da especulação dos preços, o ambiente dispõe de uma grande fertilidade para novos recursos e funcionalidades aplicáveis no cotidiano, que acabaram se popularizando em formatos como token não fungível (NFT), DeFis, contratos inteligentes e muitos outros nomes pouco familiares para o grande público. Neste contexto, ainda em expansão, que surge a proposta do real digital.


Projeto de moeda digital pode ganhar vida em 2022. Enquanto a novidade não acontece, vale a pena saber mais sobre o assunto: qual o propósito da tecnologia e como sua implementação mudaria a vida dos brasileiros...


Essas perguntas, porém, é necessário contextualizar o panorama que engloba as criptomoedas e o crescente interesse dos governos no tema.


Ativos digitais teve o infame bitcoin como precursor ainda em 2009, sendo desenvolvido como uma resposta direta à crise financeira de 2008 provocada pelo colapso do mercado imobiliário norte-americano e pela falta de regulamentação na indústria financeira. O evento afetou severamente potências econômicas em todo o mundo, que ainda lutam contra os efeitos provocados mesmo mais de uma década após seu fim.


Foi criado como uma alternativa eficiente e segura aos bancos, permitindo que os usuários realizassem transferências entre si, sem a necessidade de um intermediário ou autoridade nesse caso, um país. A garantia de confiança nesse sistema é baseada na rede que abriga as operações, inteiramente criptografada, conhecida como blockchain.


Ex-candidata à presidência dos Estados Unidos e secretária do governo norte-americano, pontuou que as criptomoedas oferecem “o potencial de minar as moedas, de minar o papel do dólar como moeda de reserva e de desestabilizar as nações”. Esse pensamento resume o atual cenário econômico internacional, em que diversos países tentam combater a “ameaça” de independência do bitcoin com alternativas próprias como o Brasil e seu real digital.


90 países flertaram com a ideia de desenvolver uma “Moeda Digital Emitida por Banco Central”, ou CBDC, como é conhecida na sigla em inglês. Entre eles, há pelo menos sete projetos lançados, enquanto 15 já estão em desenvolvimento e outros 39 ainda estão em fase de pesquisas.


Oferecer benefícios conforme seu projeto, como melhor custo-benefício na emissão, maior inclusão financeira e menor custo de transações. No caso do Brasil, a importância da implementação do real digital foi reforçada pelo lançamento do Pix, um sucesso imediato entre os brasileiros, que ajudou a facilitar transferências de valores em diferentes esferas da economia nacional.


CBDC brasileira ainda não tenham sido propriamente estabelecidos, o Banco Central já afirmou seu interesse em projetos que incorporem características como: o suporte às Finanças Decentralizadas (DeFi), o apoio de mecanismos de proteção e supervisão de autoridades competentes, e a capacidade de resolução inteligente de transações monetárias ou seja, um sistema com operações eficientes, que dispensem um intermediário, mas que possam ser regulamentadas por um.


Apesar de facilitador, ainda é apenas um meio alternativo de pagamentos, enquanto a CBDC oferece novas possibilidades: “Com o Real Digital, poderemos ter integrações com protocolos de Finanças Descentralizadas e uma série de outras inovações no próprio protocolo da moeda”, ele comenta.


Economia nacional mais independente dos bancos parece distante, isso não é impossível. O objetivo é compartilhado não apenas pelo próprio bitcoin, mas por diversas outras altcoins com propostas diferentes de atuação. Mesmo que compartilhem similaridades, Pellini afirma que as CBDCs não são comparáveis e tampouco oferecem concorrência às criptomoedas no curto prazo.


Convergir para um rumo diferente: “Como teorizou Hayek em 1976 na obra A Desestatização do Dinheiro, acredito que veremos uma competição natural entre os diferentes tipos de moeda e seus emissores”, ele explica.


Especialista, possivelmente teremos, em breve, criptomoedas vindas de diferentes fontes. Além de soluções descentralizadas como o bitcoin e as iniciativas oficiais de países como o Brasil, empresas também estão de olho nesse mercado e podem realizar emissões privadas o Facebook, por exemplo, já tentou lançar sua própria criptomoeda.







FONTE: DIA BRASIL NEWS, AJUDE NOSSO SITE COMPARTILHANDO CONTEÚDO NOSSO GALERA ...........

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