Trending

Pfizer anuncia que sua terceira dose é eficaz

 


Covid-19 aumenta em até 25 vezes os anticorpos neutralizantes e é eficaz contra a variante ômicron. Segundo as farmacêuticas, o grau de proteção com o reforço é semelhante ao fornecido pelas primeiras doses contra as variantes iniciais, enquanto o esquema de dupla dose é menos eficaz diante do surgimento da nova linhagem do coronavírus. A vacina da Pfizer é mais utilizada na Europa e também o imunizante preferencial no Brasil para aplicação como dose de reforço.



Imunizante atual é eficaz se for complementado com uma terceira dose. Em contraste, segundo as farmacêuticas, duas doses geram níveis de anticorpos neutralizantes “significativamente reduzidos. A Pfizer afirmou que o esquema de dupla dose “pode não ser suficiente para proteger contra a infecção com a variante ômicron,ressaltando,A proteção mais robusta pode ser obtida com uma terceira dose.



Duas doses estejam desprotegidos contra a variante ômicron. Albert Bourla, presidente e diretor executivo de Pfizer, explica: “Embora duas doses da vacina ainda possam oferecer proteção contra a doença grave causada pela ômicron, fica claro, com base nos dados preliminares, que a proteção melhora com uma terceira dose da nossa vacina”. Bourla propõe avançar o máximo possível na vacinação com o esquema duplo e começar a administrar o reforço.



Mundo poderiam ajudar a proteger melhor as pessoas em todos os lugares e a superar a temporada de inverno,que começa daqui a duas semanas no Hemisfério Norte. Sahin diz que a empresa trabalha desde 25 de novembro com uma nova geração da vacina, que aumentará a duração da imunidade e a proteção contra a forma grave da doença e contra a variante ômicron. Se os processos de aprovação correrem como se espera, essa nova vacina estaria disponível no mercado dentro de 100 dias, para março do próximo ano.


Três e quatro semanas depois de receber a segunda dose da Pfizer. Cada soro foi testado simultaneamente para determinar o nível de anticorpos neutralizantes gerados contra a proteína spike do vírus SARS-CoV-2 (a chave utilizada pelo coronavírus para entrar nas células humanas) tanto em suas primeiras variantes como na recentemente sequenciada ômicron.



Preocupante é que a neutralização de anticorpos é cerca de 40 vezes reduzida contra a ômicron em comparação com o vírus original de Wuhan. Isso significa que apenas 2,5% da atividade de neutralização de anticorpos é mantida. O lado positivo é que o vírus não evoluiu além do uso do receptor ECA2 para entrar nas células e, portanto, os anticorpos que foram gerados para bloquear esta interação não são totalmente ineficazes. Além disso, as evidências que estão surgindo sobre as vacinas de reforço mostram que elas são capazes de gerar níveis muito altos de anticorpos que potencialmente deveriam proporcionar uma proteção valiosa contra a infecção, e as respostas imunológicas celulares também devem permanecer, em grande parte, intactas.








FONTE: DIA BRASIL NEWS, AJUDE NOSSO SITE COMPARTILHANDO CONTEÚDO NOSSO GALERA ...........

Postar um comentário

Postagem Anterior Próxima Postagem