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Cientistas encontram crânio da primeira criatura

 


Pertencente a uma espécie de ictiossauros gigantes recém-descoberta, não apenas abre um campo de pesquisa sobre o crescimento dos répteis marinhos como pode ajudar no estudo dos modernos cetáceos.





Esses ictiossauros e outros répteis aquáticos (que certamente não pertencem ao clado Dinosauria) governavam inteiramente os mares e oceanos, com tamanhos proporcionais aos seus “colegas” terrestres. Desenvolvendo nadadeiras e formas hidrodinâmicas hoje presentes tanto em peixes quanto em baleias, esses répteis marinhos nadaram por um período semelhante ao que os dinossauros caminharam.







Répteis terrestres ainda desconhecido, e respiravam ar", explica o principal autor do estudo realizado, o paleontólogo Martin Sander, da Universidade de Bonn (Alemanha). Segundo o pesquisador, as primeiras descobertas desses "peixes-sáurios" ocorreram na Inglaterra e na Alemanha muito antes de os dinossauros serem conhecidos pela ciência.






Chamada Fossil Hill, nas montanhas Augusta, uma pequena cordilheira no estado de Nevada, nos EUA, o crânio bem preservado do ictiossauro foi encontrado junto com parte da espinha dorsal, ombro e membros dianteiros do animal. Os ossos datam do período Triássico Médio (entre 247,2 e 237 milhões de anos) e revelam dimensões parecidas com as de um cachalote moderno: cerca de 17 metros.





Como Cymbospondylus youngorum em homenagem aos proprietários da Cervejaria Great Basin, Tom e Bonda Young, que patrocinaram o trabalho de campo da pesquisa.






EUA, destaca a natureza integrativa da abordagem realizada. Primeiramente, descrevendo a anatomia do crânio gigante para relacionar o animal aos demais ictiossauros e, posteriormente, “entender o significado da nova descoberta no contexto do padrão evolutivo em grande escala do tamanho do ictiossauro e do corpo das baleias”.






Beneficiado da abundância de conodontes pelágios e amonites, semelhantes às atuais enguias e lulas, ao passo que os cetáceos seguiram outros rumos, mas também relacionados à forma de se alimentar (especialização trófica). E, apesar de não terem convivido, desenvolveram formas corporais convergentes.








FONTE: DIA BRASIL NEWS, AJUDE NOSSO SITE COMPARTILHANDO NOSSO CONTEÚDO GALERA ..........


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