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Anvisa suspende uso de anticorpos monoclonais

 


Associação dos anticorpos monoclonais banlanivimabe e etesevimabe, da empresa Eli Lilly, para tratamento da Covid-19.





Falta de dados que comprovem a eficácia do medicamento contra a variante Ômicron – que responde por quase 96% das infecções no país.







Contaminados com variantes do Sars-CoV-2 sabidamente suscetíveis a esses medicamentos e sob avaliação médica", destacou a agência, em nota.







Emergencial no dia 13 de maio de 2021. A indicação foi para uso em pessoa com quadro leve até moderado, com 12 anos ou mais e pelo menos 40 kg.






Progressão da doença para forma grave ou que pudesse levar à necessidade de internação. A administração deveria ser feita somente em ambiente hospitalar e por infusão intravenosa.







Estados Unidos, em razão de dados indicarem "fortemente" a ineficácia dos medicamentos contra a cepa detectada pela primeira vez na África do Sul.







Emergencial no Brasil. Na época, a Anvisa disse ao Estadão que havia notificado as empresas Eli Lilly e Roche (responsável por comercializar o medicamento da Regeneron) para que apresentassem justificativa para a manutenção da liberação.







Pedido, a Eli Lilly solicitou a revogação da autorização temporária e não apresentou os dados de eficácia contra a Ômicron.






Combater patógenos nocivos, como o coronavírus, por exemplo. Assim como qualquer organismo infeccioso, o vírus causador da Covid sofre mutações, o que pode minar a eficácia de determinado tratamento.









FONTE: DIA BRASIL NEWS, AJUDE NOSSO SITE COMPARTILHANDO CONTEÚDO NOSSO GALERA ...........

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