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Entre aquisições e Escaramuças – A política da Índia é a de não escolher um lado

 


Narendra Modi tem mostrado sua eficiência, mas também alguns inconvenientes. Situações bem documentadas têm sido relatadas ao longo de suas fronteiras e entraves burocráticos envolvendo sua política externa.





Tanto dos americanos, quanto de russos. E com tanta tecnologia sensível à disposição de sistemas rivais de contramedidas, o que é natural, ocorrem algum protesto dos fornecedores, que alegam, além desses fatores, um certo comodismo indiano em se aliar com o inimigo.





Lados procuram ter mais influência, pelo menos no que diz respeito ao fornecimento de sistemas de defesa.






Baterias do S-400 russo casou o pânico entre alguns legisladores americanos e até mesmo no próprio presidente Donald Trump, que chegou mesmo a ameaçar a Índia com sanções, sob o argumento de estar prevenindo a constituição de uma ameaça futura aos EUA.






Foi realmente aplicada, já que se tratando da Índia, ela é mais valiosa como aliada na região do que uma crise diplomática que leve a perda de influência norte-americana, uma influência que Putin deseja para a Rússia.





Destruir bombardeiros estratégicos hostis, jatos, aviões espiões, mísseis e drones a uma distância de 380 km, a Índia planeja aumentar sua cobertura de defesa aérea ao longo das fronteiras não resolvidas com China e Paquistão, bem como em cidades como Nova Delhi. 






Questões realmente espinhosas, como os confrontos na região da Caxemira que rotineiramente envolve provocações da China e do seu aliado Paquistão. Mas o verdadeiro obstáculo para paz na fronteira tem sido mesmo a China.








lei sobre os limites, que convenientemente proíbe a construção de instalações permanentes perto das fronteiras da China. Essa lei também tem servido de trampolim para permitir a instalação de cidadãos chineses em plena área disputada, uma vez que a Índia não se submete a tal legislação.






Paquistão, localizado no quintal estratégico da Índia, está passando por problema internos com outro país da sua fronteira, o Afeganistão, e sofrendo ataques deliberados de terroristas grupos como Jaish-e-Mohammed e Lashkar-e-Taiba fez o cenário mudar em partes. O Paquistão agora procura tudo, menos conflito com os seus vizinhos indianos, que mesmo assim não comete o engano de deixar de acreditar que Islamabad não continua focada na recuperação dos territórios disputados como relatado pela foreignpolicy.com.





Paquistão precisa em termos de construção naval para promover o crescimento de influência geopolítico e militar do seu aliado.






Estaleiro Hudong-Zhonghua, em Xangai – e a 3ª e 4ª embarcações em processos distintos de fabricação. O Tipo 054A/P desloca 4.200 toneladas, abriga um sistema de lançamento vertical com 32 células (VLS) transportando uma variedade de mísseis; de cruzeiro anti-navio supersônicos CM-302, mísseis de defesa aérea de médio alcance HQ-16 e mísseis anti-submarinos Yu-8 ASROCs, um canhão principal H/PJ-26 de 76 mm, dois CIWS Tipo 730 de 30 mm e dois tubos de torpedo ASW triplos.






FONTE: DIA BRASIL NEWS, AJUDE NOSSO SITE COMPARTILHANDO CONTEÚDO NOSSO GALERA ..........

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