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Isolar a Rússia e buscar ação multilateral

 


Moscou, que invade a região metropolitana de Kiev, capital da Ucrânia, nesta sexta-feira (25), buscar uma ação multilateral e ampliar contatos diplomáticos é um dos meios tentar conter a invasão das tropas de Vladimir Putin à Ucrânia.








Relações Internacionais da Universidade de São Paulo, Felipe Loureiro, acredita que o isolamento russo pode minimizar os ataques na região. “É preciso isolar a Rússia o máximo possível diante da agressão de Moscou à Kiev [capital da Ucrânia]”, disse.








Aeronáutica, isolam o setor financeiro, com medidas contra bancos e representantes da elite comercial, abrangem o setor de energia e proíbem a entrada de pessoas em territórios da União Europeia. As próximas medidas, segundo Loureiro, são ampliar as sanções.









Deve-se fazer isso de uma forma multilateral. Na ONU não será viável porque a Rússia tem poder de veto e inviabilizaria qualquer tipo de ação.” O caminho, explica Loureiro, é tentar reunir o maior número possível de países que concordem em preservar a ordem internacional, a soberania e a integridade territorial das nações.








Isso pode ter um efeito muito negativo para o ocidente, sobretudo, porque estamos saindo de uma pandemia, de uma situação econômica muito frágil e podemos enfrentar uma nova retaliação econômica, se houver uma movimentação com sanções.







Porém, provocaria o risco de tropas russa e americanas entrarem em contato entre si, causando uma guerra entre Rússia e EUA com consequências catastróficas para o sistema internacional.”







Por meio da assistência militar para garantir a resistência ucraniana poderia acarretar uma reação russa mais incisiva contra o Ocidente. “EUA e Otan descartaram uma intervenção direta”, afirma Loureiro.







Putin estava decidido a agir. “Se ele não recebesse aquilo que demandou em relação à Otan e aos EUA, que a Ucrânia ficasse fora da Otan e que a Otan retirasse equipamentos militares e tropas do leste da Europa, realizaria um ataque a várias partes o país”, afirma o professor, que lembra que a Rússia é uma potencial nuclear.





Desde 2014, a Rússia vem ampliando a resiliência no sentido de conseguir suportar melhor as sanções do ocidente”, explica. “Ela conseguiu ampliar suas reservas internacionais, fez um processo de substituição de exportações no sentido de deixar a balança comercial menos vulnerável a determinadas importações sensíveis e vem realizando o máximo possível de transações financeiras fora da área do dólar.








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