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Perda de olfato persistente após Covid precisa de atenção

 


Olfato, um dos cinco sentidos dos seres humanos, ao lado da visão, paladar, tato e audição. Já que a perda de sentir cheiro é um dos sintomas da Covid-19 e pode seguir com o paciente, mesmo após o fim da infecção.







Ricci Romano, vice-presidente da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e médico do Hospital Moriah, conta que a procura por consultas cresceu nos últimos dois anos.






Olfato há muito tempo. Era um sentido meio que menosprezado e agora as pessoas estão vendo como é ruim a vida sem sentir cheiro. Por um lado, a pandemia serviu para dar luz a esse problema.






Covid, como também às seguintes doenças: infecções virais, como gripe e herpes; sinusite crônica; traumas e fraturas do nariz; problemas congênitos; lesões químicas, relacionadas às profissões que lidam diariamente com substâncias químicas irritantes ou corrosivas; e até problemas tumorais, que podem ser do nariz, que impedem que o cheiro chegue até as vias olfativas, e tumores intracranianos que atrapalham dentro do cérebro a percepção do olfato.







Recomendação é que a busca por médico seja rápida. "Teve uma perda de olfato é importante saber que isso não é normal. É necessário procurar uma ajuda médica para identificar o que está acontecendo. A rapidez do tratamento é extremamente importante", alerta Romano.





Iria na mesma hora ao médico. O olfato é um sentido tão importante quanto todos os outros e o tempo é crucial.






Pacientes passam por testes olfativos no consultório para avalia o grau de percepção do cheiro do paciente. Geralmente, é feito o exame chamado nasofibroscopia, que é uma câmera dentro da cavidade nasal, para examinar a parte interna do nariz, incluindo a área olfatória, região com terminações nervosas que captam moléculas que estão no ar e transformam em sensação de odor.





Especialista após a cura da Covid-19. Foram feitas as análises iniciais e nada foi constatado. Até que ela foi encaminhada para os exames de imagens e diagnosticada com um tumor benigno na região intracraniana, chamado meningioma.





Otorrinolaringologista dela, porque percebeu uma perda de olfato e não melhorava durante um bom tempo", conta o neurologista Pedro Paulo Mariani.





Todos os filetes olfatórios, nervos bem fininhos que saem do nariz e vão até o cérebro. Foi necessário fazer a cirurgia, já que era volumoso, com cerca de quatro centímetros. 






FONTE: DIA BRASIL NEWS, AJUDE NOSSO SITE COMPARTILHANDO CONTEÚDO NOSSO GALERA ...........

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