Pobreza na infância é fator de risco para transtornos mentais

 


Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) concluiu que a pobreza na infância está associada a uma maior probabilidade de transtornos mentais externalizantes na adolescência e no início da vida adulta, especialmente entre meninas.






Violação de regras, impulsividade e desatenção, tais transtornos prejudicam o desempenho escolar, resultando em maiores taxas de repetição e desistência. Exemplos incluem o Transtorno Desafiador de Oposição (TDO) e o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).







Podem ter maior probabilidade de ficar para trás na aprendizagem, no desenvolvimento social e no mercado de trabalho, aumentando a probabilidade de pobreza na futura vida adulta", afirma a autora principal do estudo e pesquisadora do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Carolina Ziebold.







European Child & Adolescent Psychiatry, a pesquisa foi o primeiro estudo brasileiro a analisar a saúde mental de crianças e jovens adultos com base em avaliações psiquiátricas feitas em mais de uma ocasião.






Quais 11,4% viviam em condições de pobreza. Os participantes foram avaliados psiquiatricamente na infância (9 a 10 anos), na adolescência (13 a 14 anos) e no início da vida adulta (18 a 19 anos).





Níveis mais baixos de transtornos externalizantes do que as crianças não pobres, mas depois de alguns anos a curva foi invertida e os distúrbios aumentaram continuamente entre as crianças pobres, com uma probabilidade de 63% de desenvolvimento de distúrbios, enquanto eles diminuíram entre as não pobres", relata Ziebold.







Condições precárias de habitação e falta de acesso a bens e serviços básicos) é fator de risco a transtornos mentais na vida adulta, assim como vivenciar eventos de vida estressantes, a exemplo de mortes frequentes e conflitos familiares.










FONTE: DIA BRASIL NEWS, AJUDE NOSSO SITE COMPARTILHANDO CONTEÚDO NOSSO GALERA ..........
Reactions

Postar um comentário

0 Comentários