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Futebol brasileiro tem um episódio de violência

 


Segundo levantamento feito pela reportagem. Ou seja, um episódio a cada quatro dias. As cenas lamentáveis fizeram o técnico do Palmeiras, Abel Ferreira, e o atacante Willian, do Corinthians, se posicionarem nos últimos dias cobrando medidas das autoridades.





É preciso morrer quantas mais? Os organismos, quer sejam os do futebol, quer sejam extrafutebol, têm de assumir, dar as caras, exercer os cargos que têm. Pelo bem do futebol brasileiro. De todos nós. Que se juntem a CBF, quem organiza estaduais, o Ministério Público, mas que se tomem medidas", disse Abel Ferreira, que já trabalhou em Portugal e na Grécia, dois locais que também conviveram recentemente com episódios de violência.






Os ônibus das delegações de Grêmio e Bahia foram alvo de atentados em que dois jogadores acabaram atingidos. No clube gaúcho, o atentado gerou um traumatismo craniano no paraguaio Villasanti. No caso da equipe baiana, o goleiro Danilo Fernandes ficou ferido pelos estilhaços e precisou passar por um procedimento em um dos olhos.






Gramado aos 40 minutos do segundo tempo e agrediu os jogadores. O resultado rebaixou o time para a segunda divisão do campeonato estadual. Na súmula da partida, o árbitro Leonardo Ferreira Lima informou que, ao conversar com o comandante da Polícia Militar Marcos Roberto, o oficial disse que "não teria condições de garantir a segurança para o prosseguimento da partida".





Responsabilidade para o problema e afirmou que o órgão enviou à CBF uma lista de sugestões para combater os atos de violência como parte de um ofício em que é cobrado mais rigor nas punições aos responsáveis pela onda de violência. Também fez contato com o governo federal.






Eu penso nisso com muita seriedade. Quem trabalha no futebol não está seguro. Não está seguro nos CTs, não está seguro nos aeroportos, não está seguro nas ruas. Vivemos num país onde 'somos reféns da impunidade'. Ou a Justiça altera rapidamente a lei e começa a punir os envolvidos/culpados ou logo estaremos lamentando algum desastre.







Diferentes medidas para coibir a violência nos estádios já foram utilizadas. Policiamento reforçado, jogos com portões fechados, torcida única em clássicos e proibição de entrada de material de torcida, como instrumentos e bandeirões. Mas episódios que mancham o esporte voltam a acontecer repetidamente.






Campeonato Mineiro realizada no último domingo (6), um homem foi morto baleado em uma briga entre dezenas de torcedores em um bairro a 11 km do Mineirão. Até o momento, ninguém foi preso.





A ferramenta foi desenvolvida entre o Tribunal de Justiça de Minas Gerais e a empresa Biomtech para fazer o controle de comparecimento periódico dos presos em regime aberto. Recentemente, a companhia foi procurada pelo Juizado do Torcedor para expandir a tecnologia para eventos esportivos. Todo torcedor que estivesse no estádio ou ao redor dele e fosse pego praticando qualquer ato ilícito seria encaminhado à delegacia do estádio para fazer seu cadastro facial.






FONTE: DIA BRASIL NEWS, AJUDE NOSSO SITE COMPARTILHANDO CONTEÚDO NOSSO GALERA ..........

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