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Bitcoin ronda os US$ 20 mil enquanto analistas alertam para mais baixas

 

Jerome Powell, defender que os Estados Unidos devem “ir em frente” e continuar aumentando as taxas de juros para reduzir a inflação, mesmo que isso signifique que a economia enfrente mais desemprego e uma possível recessão. Depois de um rali de alívio de curta duração, a moeda digital recuou novamente para menos de US$ 20 mil no fim da tarde, nível que recupera nas primeiras horas desta quinta-feira (23). Às 7h10, o BTC era negociado a US$ 20.716.


Apesar do salto de 1,5% em relação ao dia anterior, o recuo é de 8% nos últimos sete dias. Já o Ethereum (ETH) vai a US$ 1.109 com salto de 1,6% em 24 horas – as perdas são próximas de 10% na semana e de 77% da máxima de cerca de US$ 4.900.


Permanece vulnerável a mais pressão de venda , avalia o analista sênior da Oanda, Edward Moya. O especialista, no entanto, observa que uma consolidação pode estar próxima, pois o ambiente macro está perto de ser totalmente precificado.


criptomoeda pode estar próximo de um fundo de mercado, mas não sem antes testar novas mínimas – ou seja, o BTC ainda pode cair para abaixo dos US$ 17.600 alcançados no último fim de semana antes de retomar um movimento de alta mais sólido.


Criptomoedas japonesa Bitbank, aponta que a queda do final de semana não foi profunda o suficiente e que o Bitcoin ainda possui um potencial negativo. Enquanto isso não acontece, investidores buscam entender se ainda devem se desfazer de posições ou aproveitar para comprar.


Necessário reavaliar as posições com calma, uma vez que os investidores de longo prazo estão com o maior acúmulo de prejuízo não realizado dos últimos dois anos, em nível pior que os de março de 2020, quando começou a pandemia”, ressalta Humberto Andrade, analista sênior de trading do Mercado Bitcoin.


Bitcoin está perto de um fundo geracional por conta das liquidações forçadas de investidores  a posição é praticamente consenso entre analistas.


FxPro, Alex Kuptsikevich, investidores foram prematuros demais ao comprar na última baixa, porque as condições macroeconômicas e a política monetária do banco central dos EUA são menos favoráveis aos criptoativos dessa vez em relação a crises anteriores.


Pegos nadando contra a maré, o que dificilmente é uma estratégia bem-sucedida”, escreveu Kuptsikevich. “A história sugere que os entusiastas correm o risco de perder o fôlego em breve, ficando com ativos em depreciação e perdendo por anos a confiança de que vale a pena colocar dinheiro nas ações ou nas criptomoedas.




FONTE: DIA BRASIL NEWS, AJUDE O NOSSO SITE COMPARTILHANDO NOSSOS CONTEÚDOS .....

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