CONFIRA

Especialistas explicam como se proteger da onda dos golpes

 


Odontologia e estava em um show, quando resolveu guardar o celular com medo de que fosse furtada. O que ela não esperava é que já tinha sido vítima dos criminosos e que suas contas foram esvaziadas.




Rápido possível e foi para a casa do namorado, que a ajudou a cancelar as contas bancárias e bloquear os cartões, especialmente na Nubank, seu banco principal.




Para mim só com o prejuízo do celular, eu já estava surtando, desesperada. Eu teria que arcar com um dinheiro que eu não tinha para comprar o celular”, explicou a estudante.




Ela também havia colocado autenticação em dois fatores em todos os seus aplicativos, como forma de precaução, além de senhas, o que indicaria que seria mais difícil realizar qualquer tipo de transação por meio de seu aparelho.




Eu ia na Vivo resolver a questão do meu chip, retornar o acesso às contas e ia dar algum jeito, com a ajuda de família, amigos e vaquinhas, de comprar um novo celular.




Tinha sumido tudo o que eu tinha lá. Foi ali que meu mundo caiu. Eu vi que toda minha reserva tinha evaporado e eu não consegui mais ver nada”, conta Thamires.




Embora tivesse bloqueado a conta e seus cartões às 6h36, minutos antes, às 6h29, a transferência de valor mais alto já havia sido realizada.




Nubank não foi prestativa e respondeu apenas de forma automática o seu pedido de ajuda. O mesmo ocorreu com o MercadoPago, outro banco em que a vítima tinha dinheiro e que era utilizado para uma loja virtual que ela possui.




Realizadas transferências para o MercadoPago. Do aplicativo, saíram dois saques no valor de R$1.000,00. O roubo de outros R$5.000 foi feito por Pix.



FGV-RJ, os processos de desbloqueio de celular são conhecidamente complexos, senão impossíveis, o que indica que a pessoa que furtou Thamires, possivelmente, observou a estudante, em um dado momento, desbloqueando seu celular.



De nascimento ou senhas como ‘um, dois, três, quatro’, então acho que tem muito mais a ver com isso”, afirma o professor.




Especialista em crimes cibernéticos, reforça que a estudante agiu corretamente, mas destaca que o tempo é fundamental.




Pessoas não agiram rapidamente e as pessoas, que os bancos demoraram em bloquear”, diz o especialista.



FONTE: DIA BRASIL NEWS, AJUDE NOSSO SITE COMPARTILHANDO CONTEÚDO NOSSO GALERA ..........

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