Drones que usam protocolo ExpressLRS

 

Acordo com novas informações. Uma vulnerabilidade no mecanismo que liga transmissor e receptor permite que outra pessoa controle a nave remotamente.

Corrida FPV (visão em primeira pessoa), por exemplo. Segundo relatório publicado recentemente, o hack utiliza “uma estrutura de pacotes over-the-air altamente otimizada, oferecendo vantagens de alcance e latência simultaneamente”. Dados enviados por meio desses "pacotes aéreos" podem ser interceptados por uma terceira pessoa para sequestrar a conexão entre o operador do drone e o drone.

Receptor correto, mas que "não é para segurança, é anticolisão". A frase é criptografada usando o algoritmo de hash MD5, que já foi considerado "quebrado" por quase uma década.

Permitir que um hacker “extraia parte do identificador compartilhado entre o receptor e o transmissor”. Os pacotes de sincronização, que são dados transmitidos em intervalos regulares para manter a conexão correta entre transmissor e receptor, vazam “75% dos bytes necessários para assumir o link” de um drone.

Exclusivo da frase de ligação (UID), ele poderá se conectar à aeronave alvo e assumir pelo menos controle parcial sobre ele.

Funciona com o protocolo ExpressLRS são: não enviar o UID pelo link de controle, não mandar dados usados para gerar a sequência FHSS pelo ar e melhorar o gerador de números aleatórios.


FONTE: DIA BRASIL NEWS, AJUDE O NOSSO SITE COMPARTILHANDO NOSSOS CONTEÚDOS .....

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