700 candidaturas estão com aprovação

 

756 candidaturas estão sub judice, ou seja, dependem de recursos que foram apresentados à Justiça. A maioria dos candidatos corre o risco de ser barrada por violação da Lei da Ficha Limpa. O nome deles aparecerá nas urnas, mas eles podem ser impedidos de assumir o cargo.

Daniel Silveira (PTB). Ele teve o pedido de registro para concorrer ao Senado nestas eleições indeferido pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ). No entanto, apresentou um recurso e aguarda análise pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Daniel foi barrado pela Lei da Ficha Limpa por ter sido condenado por tribunal colegiado.

Contudo, ele recebeu um indulto individual, ou seja, teve as penas perdoadas pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). O Supremo ainda precisa analisar se o decreto vale também para a situação eleitoral.

Foram barrados pelo TSE. É o caso dos ex-governadores do DF José Roberto Arruda (PL) e Agnelo Queiroz (PT), que concorriam à Câmara dos Deputados, e do ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Neri Geller (PP), que concorria ao Senado por Mato Grosso.

Eleitoral do país os candidatos à Presidência da República Roberto Jefferson (PTB) e Pablo Marçal (PROS).

Quando o eleitor apertar as teclas correspondentes aos candidatos escolhidos, o nome e a foto aparecem normalmente, sem nenhuma mensagem de indeferimento do registro.

Caso ele tenha sucesso na empreitada jurídica, os votos que recebeu são validados e ele pode ser diplomado, ou seja, receber a confirmação de que foi eleito.

Candidatos que concorrem sub judice são aqueles que ainda estão tentando registrar sua candidatura na Justiça Eleitoral. Se, ao final do processo, eles conseguirem o registro, seus votos são validados. Já se, ao final do processo, o registro for negado, todos os seus votos são considerados nulos", destaca.



FONTE: DIA BRASIL NEWS, AJUDE O NOSSO SITE COMPARTILHANDO NOSSOS CONTEÚDOS .....
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