Militar diz que PM pisar em pescoço de mulher negra em SP

 

Parelheiros, na zona sul de São Paulo, utilizado pelo policial militar João Paulo Servato, para imobilizá-la foi necessário. "Tal procedimento é indesejável mas, ante as condições de inferioridade numérica dos policiais, foi avaliado como não criminoso e necessário em razão de tudo o que ali ainda estava ocorrendo e que não foi filmado".


Servato de pisar no pescoço da mulher "não produziu qualquer lesão, nem mesmo um edema ou eritema".


Alegue ter ocorrido antes justifica a imagem de pisar no pescoço de uma senhora com a metade de seu peso, ainda mais quando esta já estava imobilizada e com a perna quebrada", afirmou.


Gravado por uma testemunha, viralizou nas redes sociais. Após mais de dois anos, a Justiça Militar de São Paulo decidiu absolver, na terça-feira, 23 de agosto, o agente da sentença.


Capitão e do juiz José Álvaro Machado Marques, da 4ª Auditoria Militar e três votos favoráres à absolvição. O Ministério Público vai recorrer da decisão.


Avançando, o rapaz estava cheio de sangue. Peguei o rodo duas vezes para separar a briga. O que ele [o policial] fez não foi certo, ele chegou já espancando”, diz. Pega em meio à abordagem, a mulher foi arrastada entre as calçadas e colocada em um camburão. “Meu filho chegou nessa hora e impediu que eles fizessem isso. Me levaram para o pronto-socorro”, disse.


Foi para o hospital, onde colocou gesso e uma tala na perna. Mesmo com a fratura, a mulher relata que passou a noite no 101º DP (Jardim das Imbuias) e depois ficou no 89º DP (Portal do Morumbi), até ser liberada. Somente no dia 29 de junho passou pela cirurgia de que precisava.


Trabalha com a tese de tentativa de homicídio por parte dos policiais militares. “Quando um dos policiais pisa no pescoço dela e coloca todo o peso do corpo sobre ela, ele, no mínimo, assume o risco de matá-la.



FONTE: DIA BRASIL NEWS, AJUDE O NOSSO SITE COMPARTILHANDO NOSSOS CONTEÚDOS .....

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